Análise e orientações
Quando a Justiça Eleitoral ou o Ministério Público barram um registro público ou uma candidatura, a maioria dos corretores enxerga apenas manchete política.
Decisão colegiada que indefere registro por improbidade administrativa ou irregularidade nas contas quase sempre abre caminho para indisponibilidade de bens, ações civis públicas e execuções fiscais.
“O corretor amador quer apenas a assinatura no contrato e a nota da comissão emitida.”
Já a imobiliária que trabalha de forma profissional sabe o prejuízo que vem a reboque: a venda anulada obriga a devolver dinheiro recebido, trava o registro no Cartório de Imóveis e joga a construtora de cabeça em litígios contra credores públicos.
Transações suspeitas, movimentações atípicas e negócios com agentes públicos exigem auditoria rigorosa de certidões cíveis, criminais e eleitorais antes de qualquer centavo de sinal cair na conta do vendedor.
MERCADO IMOBILIÁRIO
Esteira de Diligência e Conversão Segura de VGV
Etapas de filtragem jurídica e mitigação de risco patrimonial em negociações imobiliárias
Propostas Recebidas
100
100%
Triagem Documental e PEP
78
78%
Certidões Forenses Aprovadas
64
64%
Escrituras Blindadas e VGV Pago
61
61%
A matemática do corretor e o risco de perda de comissão
A pressa para embolsar comissão em uma venda de R$ 3.000.000,00 sem certidões atualizadas pode quebrar a operação de um escritório.
Declarada a ineficácia do negócio perante a execução, o comprador perde a posse e o vendedor perde o imóvel.
O estrago financeiro para a imobiliária vai muito além de estornar os R$ 180.000,00 da comissão (6% do VGV).
Uma diligência prévia completa custa menos de 0,1% do VGV e não passa de 48 horas quando a empresa tem processos organizados.
Plano de ação para blindar suas transações
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Institua a ficha de: compliance PEP no CRM. Aplique uma etiqueta direta para clientes que ocupam ou ocuparam cargos públicos, mandatários e candidatos a cargos eletivos nos últimos cinco anos. Essa medida não trava a venda; serve para disparar um checklist documental mais rigoroso.
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Exija certidões forenses abrangentes: antes de liberar o sinal. Nunca feche recibo de arras confiando apenas na matrícula atualizada do imóvel. Exija certidões negativas de distribuição cível estadual e federal, ações de improbidade, execuções fiscais e quitação eleitoral no domicílio do cliente.
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Inclua cláusula resolutiva expressa: no contrato. Registre no instrumento de promessa de compra e venda que qualquer restrição judicial ou indisponibilidade apontada até a data da lavratura da escritura desfaz o negócio sumariamente, sem penalidades para a parte inocente e com devolução integral dos valores pagos.
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Automatize a qualificação cadastral: logo no primeiro contato. Colete dados essenciais logo na entrada do lead para evitar retrabalho com documentação lá na frente. Vale recorrer à automação de atendimento no WhatsApp para checar perfil patrimonial e urgência do comprador antes de escalar a equipe para plantões demorados.





